Funasa mantém contrato com empresa investigada pela Polícia Federal

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) decidiu manter contrato com empresa CHC Táxi Aéreo apesar das irregularidades apontadas pela Polícia Federal durante investigações que culminaram com a deflagração da operação Hygeia, no dia 7.

, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2010 | 00h00

O proprietário da empresa, Francisco Salvador, continua preso. No domingo, o juiz federal José Pires Cunha prorrogou a prisão de Salvador e de mais 25 pessoas, acusadas de fraudes contra a Funasa.

A operação Hygeia desmontou um esquema envolvendo empresários, agentes de viagens, lobistas, ex-prefeitos, ex-secretários, servidores da Funasa e as Ocips Instituto Creatio e Idheas , que pode ter provocado prejuízos superiores a R$ 200 milhões.

Dentre as irregularidades apontadas pela Polícia Federal constam licitações viciadas, superfaturamento de obras e cobranças de serviços não executados.

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