Funcionalismo público

Sou técnica tributária aposentada da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. O governo estadual ainda não acertou o salário de minha carreira como fez em outras que servem ao Estado. Escuto falar que o salário mínimo para os funcionários é de R$ 550, mas eu não recebo essa quantia. CARMEN DE A. C. SORRENTINO São Paulo A Assessoria de Imprensa da Secretaria da Fazenda do Governo do Estado de São Paulo (Sefaz) informa que a secretaria contratou os serviços de uma fundação, com a finalidade de desenvolver um estudo sobre o Sistema de Gestão de Pessoas, visando à nova estrutura de cargos e carreiras específicos da Secretaria da Fazenda. Explica que se trata da concepção de uma sistemática de gestão de pessoas aplicável à Sefaz, baseada no conceito de gestão por competências e vinculada com a missão, objetivos estratégicos e o processo de modernização em andamento, composto pelos módulos: Plano de Cargos e Carreiras; Remuneração; Avaliação de Desempenho; Lotação e Redimensionamento de Quadro e Ingresso e Movimentação. A Sefaz esclarece que o referido estudo tem previsão de término para o mês de agosto e deverá ser submetido ao secretário da Fazenda e posteriormente encaminha ao governador do Estado de São Paulo para aprovação - se as condições de conveniência e oportunidade estiverem satisfeitas. A assessoria sugere que a leitora aguarde a conclusão do estudo ora mencionado, a fim de que seja conhecida a diretriz governamental que norteará a política de enquadramento para o cargo de técnico de apoio à arrecadação tributária. Fretados: duas visões Incompreensíveis as restrições aos ônibus fretados pela Prefeitura. Embora falte a fiscalização necessária para que eles parem somente nos pontos, as restrições propostas vão ou sobrecarregar ainda mais o já precário transporte público ou, pior ainda, colocar mais carros nas ruas. Depois do pastelão da inspeção veicular para carros que não precisam de inspeção, vamos tirar transporte coletivo para promover o (...) transporte coletivo? Coerência, Prefeitura! RENATO REA GOLDSCHMIDT São Paulo Os fretados servem para as cidades limítrofes da capital, mas os paulistanos não podem ficar com esse ônus. Apoio que tais ônibus limitem seu tráfego até a entrada da cidade e, a partir daí, seus passageiros usem o transporte público. Além das restrições à circulação, sugiro que se aplique uma elevada taxação (como vemos em algumas cidades turísticas) que compense as despesas que, por aqui, eles geram. JOSÉ FRANCISCO D?ANNIBALE São Paulo Duas rodas Concordo e me solidarizo com o leitor sr. Antônio de Noronha M. Júnior (Bicicleta na calçada, 25/6) quanto ao perigo dos ciclistas que transitam nas calçadas ou na contramão sem respeitarem as faixas de segurança. Isso se aplica, particularmente, às populares bicicletas de entrega, que transportam até mais de 80 quilos (como garrafões de água mineral). A CET alega que cuida apenas de veículos motorizados. Telefonei para a Prefeitura e mandei três cartas com Aviso de Recebimento à Ouvidoria Geral do Município, todas sem resposta. WILSON A. DE FARIA São Paulo Falta sinalização Quando é que a CET vai pintar as faixas horizontais na Avenida Roberto Marinho? MARCOS IGNÁCIO São Paulo Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que o serviço de repintura da sinalização horizontal da Avenida Jornalista Roberto Marinho foi concluído em 14 de junho. A praça é do povo Fui à Praça da Chácara das Paineiras no final da Rua Báculo, no Alto da Boa Vista, para ver espécimes da mata atlântica plantadas no local, mas o lugar, que é público, foi fechado pelos moradores. Ao mesmo tempo, soube que estão tentando embargar as atividades dos lojistas na Rua São Benedito. FREDERICO EIGENHEER São Paulo Andrea Matarazzo, secretário das Subprefeituras, informa que a Rua Báculo tem autorização para permanecer fechada, mas os moradores não podem impedir a entrada das pessoas que queiram ter acesso a ela e, por isso, a subprefeitura enviou um agente vistor ao local. Acrescenta que a Lei de Zoneamento não permite comércio na Rua São Benedito. Mas há um estudo para alterar o plano regional estratégico e um projeto de alteração da lei de zoneamento. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

01 Julho 2009 | 00h00

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