Funcionária esqueceu de registrar aposta, diz dono de lotérica

Proprietário da Esquina da Sorte, suspeita de fraudar um bolão da Mega-Sena no RS, prestou depoimento

Fabiana Marchezi, Central de Notícias

24 de fevereiro de 2010 | 17h10

O dono da casa lotérica Esquina da Sorte, suspeita de fraudar um bolão da Mega-Sena em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, se apresentou na tarde desta quarta-feira, 24, ao delegado Clóvis da Silva, da 2ª Delegacia de Polícia da cidade, onde prestou depoimento.

 

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Segundo o delegado, José Paulo Abend se defendeu alegando que houve um esquecimento da funcionária da lotérica no registro dos jogos. O proprietário também afirmou que ela teria deixado de registrar outros dois bolões. Ele chegou à delegacia acompanhado pelo advogado criminalista Cláudio Rodrigues Neto.

 

O delegado também já ouviu os depoimentos de 20 dos 25 apostadores que reclamaram o prêmio de 52 milhões, cujos números foram sorteados no concurso 1.155 da Mega-Sena.

 

O grupo de moradores de Novo Hamburgo acertou as seis dezenas da Mega-Sena em um "bolão" oferecido pela agência, mas o jogo não foi lançado no sistema de controle da Caixa Econômica Federal, o que os impediu de receber o prêmio.

 

O estabelecimento teve suas atividades suspensas pela Caixa no final da tarde de segunda-feira, 22, não podendo prestar serviços bancários, recolher apostas ou vender bilhetes de jogos oficiais.

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