Funcionários e PMs se enfrentam em protesto na Fiocruz

Manifestantes de empresa terceirizada cobravam direitos trabalhistas; ato interditou rua em Manguinhos, no Rio

Priscila Trindade, da Central de Notícias,

02 de dezembro de 2009 | 16h06

Cerca de 300 funcionários de uma empresa terceirizada que prestava serviços de limpeza e jardinagem para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira, 2, cobrando salários atrasados e outros direitos trabalhistas. Policiais militares do Batalhão de Choque foram chamados e houve confronto. 

 

 

A manifestação que começou às 8 horas na Rua Leopoldo Bulhões, em Manguinhos, no subúrbio da cidade, interditou a via. Os manifestantes cobravam direitos como o 13º salário e férias proporcionais.

 

A assessoria da Fiocruz informou que a empresa Techno Service recebeu os pagamentos da Fiocruz, mas deixou de repassar os valores aos funcionários. A Fiocruz afirmou que devido à atitude da empresa, o órgão suspendeu o contrato com a Techno Service em setembro deste ano. A Fiocruz fez nova licitação e contratou outra empresa terceirizada.

Tudo o que sabemos sobre:
Rio

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.