Funcionários relatam à polícia últimos momentos

A polícia ouviu ontem a única pessoa que estava no Teatro Cultura Artística na hora do incêndio, na madrugada de domingo: o vigia Euzébio Marcos. Em seguida, foi a vez do administrador do teatro, Paulo Calux. Ele foi um dos últimos a deixar o local, por volta das 23 horas. Segundo o delegado Roberto Carvalho Naves, do 4º DP, os depoimentos não trouxeram novidades. O vigia trabalha há 14 anos no teatro, na madrugada. Marcos disse que fez sua ronda de rotina e que, por volta das 4 horas, sentiu forte cheiro de fumaça vindo da Sala Esther Mesquita. Ao abrir aporta, disse ter visto o palco em chamas e parte das paredes desmoronando. Então, ligou para os bombeiros e para uma das secretárias da casa. Calux, por sua vez, disse que foi embora do teatro após o fim dos espetáculos. Ele foi informado sobre o incêndio às 6h30. "Nunca poderia imaginar que uma tragédia daquelas poderia acontecer."

O Estadao de S.Paulo

21 Agosto 2008 | 00h00

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