Gangue que baleou advogado tem retrato divulgado

Rosto dos bandidos foi reconstituído por meio de imagens de câmeras e depoimentos

Marcelo Godoy, O Estadao de S.Paulo

14 Outubro 2008 | 00h00

Os retratos falados de três acusados de montar uma armadilha usando mulheres para atrair motoristas e roubar carros na Avenida 9 de Julho, em São Paulo, foram divulgados ontem pela polícia. As duas mulheres e um dos homens envolvidos na tentativa de roubo no dia 3 de outubro que deixou baleado gravemente o advogado Railton de Oliveira Cruz, de 39 anos, tiveram o rosto reconstituído segundo as informações prestadas por testemunhas e por meio do uso de imagens das câmeras de segurança de um prédio da Rua Cravinhos. Os retratos mostram que as duas moças usadas como iscas pelos ladrões eram brancas. Uma delas tinha os cabelos loiros e aparenta ter 24 anos. Sua altura era de 1,64 metro. A outra era uma morena, magra com 1,72 m de altura. O homem foi descrito como pardo, com olhos castanhos escuros, forte, com 1,75 m de altura e que aparentava ter 30 anos. No dia do crime, as duas mulheres acenaram da calçada para o advogado, que dirigia seu Honda Civic e voltava para casa com dois amigos. Quando parou, Cruz foi surpreendido pelo ladrão armado, que saiu detrás de uma árvore. Seus amigos viram a abordagem e saíram com o carro. O advogado lutou com o ladrão e foi atingido no pescoço, na virilha e no abdome - ele não corre mais risco de morte. Na fuga, os bandidos dominaram um taxista na Alameda Casa Branca e o obrigaram a levá-los até o Jardim Ângela, na zona sul. "Qualquer informação sobre eles pode ser dada pelo telefone 181, o disque-denúncia", disse o delegado José Roberto Pedroso.

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