Ganhador de R$ 27, 7 mi da Mega Sena responde a processos

Prêmio seria repartido com um marceneiro, mas apostador sumiu com o bilhete premiado

Solange Spigliatti, do estadao.com.br,

10 Setembro 2007 | 14h47

O novo milionário da Mega Sena, Altamir José da Igreja, morador de Joaçaba, em Santa Catarina, responde a vários processos na Justiça. Ele responde processo Joaçaba e em Tangará, cidade vizinha. Altamir é acusado de ter ficado com o bilhete premiado, sendo que o marceneiro Flávio Júnior Biass, de 21 anos, diz que deu R$ 1,50 para que ele fizesse a aposta. Esta é a última acusação contra ele, que informalmente, teria combinado com Biass de repartir o dinheiro em caso de acerto das dezenas.   Segundo informações do Fórum de Tangará, ele foi acusado em 5 de agosto de 2005, de um ação penal. Ele ainda responde a outros quatro processos de execução fiscal. Uma outra ação, de 24 de março de 2003, foi suspensa e outras três ações, de 1991, de 1996 e de 2003 foram arquivadas administrativamente.   Em Joaçaba, ele também responde a uma ação penal. Também nesta cidade, Altamir tem outros dois processos arquivados e outros três já foram executados.   O caso mais recente envolvendo o nome do ganhador é justamente relacionado ao prêmio da Mega Sena. O marceneiro Flávio Biass o acusa de ter ficado com o bilhete premiado e afirma que deu R$ 1,50 e os seis números para que o chefe fizesse a aposta por ele.   No dia 5 de setembro, o Fórum da 2ª Vara Cível da Comarca de Joaçaba acatou a liminar em que o marceneiro Biass, de 21 anos, pede o bloqueio do prêmio do concurso 898 da Mega Sena, no concurso, o bilhete ganhou R$ 27,7 milhões, já que um outro apostador acertou as seis dezenas sorteadas no prêmio, acumulado em R$ 54 milhões.

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