Garçom estava à disposição do promotor, diz Secretaria de Segurança

A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança de São Paulo desmentiu na noite de sexta-feira a afirmação do promotor de Justiça de Itu, Amaury Arfelli, que atribuiu à Polícia Civil a responsabilidade pela detenção prolongada do garçom Valdinei Sabino da Silva, preso como suspeito do assassinato do empresário José Nelson Schincariol.O promotor afirmou, em matéria publicada neste portal, que a Polícia Civil teria autonomia para libertar um suspeito sob prisão temporária no momento em que fica convencida da sua inocência, o que se deu quando da prisão dos autores do crime, que confessaram o ato.Leia abaixo a resposta da Secretaria:A Assessoria de Comunicação da Secretaria da Segurança esclarece:Respeita-se o entendimento do promotor, mas não é o que diz a lei, daí dizer-se que o preso está a disposição da Justiça.Quando da prisão o promotor foi ouvido e em todos os dias, e até a data de ontem poderia, se quisesse manifestar-se contra a manutenção da prisão.

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