Gianecchini vai processar empresa responsável por camarote

O ator Reynaldo Gianecchini pretende processar a Fast Line, empresa que organizou o camarote A1 no sambódromo do Anhembi em São Paulo. A empresa não pagou pelo espaço no prazo estipulado e a Dimep, responsável pela venda dos ingressos, cancelou o camarote. De acordo com Marcos Brandão, empresário de Gianecchini, o caso está sendo analisado e serão tomadas as medidas judiciais cabíveis à situação, pois o ator foi prejudicado ao se associar a um produto que não deu certo. A exposição de sua imagem aconteceu por meio de campanha publicitária que foi veiculada na TV, revistas e jornais de todo o Brasil, além de cartazes pela cidade de São Paulo. O badalado camarote ocuparia o setor J do sambódromo e reuniria várias celebridades durante os desfiles do Grupo Especial de São Paulo, nos dias 24 e 25 de fevereiro, e no desfile das campeãs, em 3 de março. O empreendimento não seguiu em frente pois a Fast Line não pagou pelo espaço. A Dimep recolocou à venda os ingressos que estavam reservados para o camarote. Para os desfiles de sexta-feira, 24 de fevereiro, dia em que já não havia mais ingressos, há 1.700 lugares de arquibancada, 120 cadeiras e 250 mesas de pista que podem ser adquiridos a partir de hoje nas bilheterias do Anhembi e pelo telefone (11) 2191-6900, de segunda a sábado, das 9 às 18 horas.

Agencia Estado,

17 Fevereiro 2006 | 15h00

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