Goleiro Bruno participa de audiência sobre desaparecimento de Elisa Samudio

Mesmo tendo passado mal ontem, o ex-goleiro Bruno Fernandes foi convocado e participa das oitivas

Solange Spigliatti, Central de Notícias

07 Outubro 2010 | 13h16

Uma nova audiência do caso Eliza Samudio começou na tarde desta quinta-feira, 8, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, 16 testemunhas devem prestar esclarecimentos sobre o caso envolvendo o desaparecimento da vítima.

 

Convocado pelo TJ, o ex-goleiro Bruno Fernandes chegou por volta das 14h ao fórum. A presença do atleta não era confirmada, pois ele passou mal no começo da audiência de ontem no Fórum de Ribeirão das Neves e foi levado duas vezes para o hospital. Por conta do incidente, uma maca, provavelmente do Corpo de Bombeiros, foi colocada no local como precaução, caso o goleiro tenha novo mal estar e precise ser retirado rapidamente da sala de audiência.  

 

A audiência, que começou por volta das 13 horas, está sendo presidida pela juíza Ana Paula Lobo Pereira de Freitas. Além de Bruno, outro sete réus no caso também estão no local, além de 13 testemunhas de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Ao todo, Serão ouvidas 15 testemunhas da defesa do Bola e uma de D.R.C.S.

 

Liberdade. Quatro pedidos de habeas corpus para acusados de envolvimento na morte de Eliza entraram nesta quarta-feira, 7, na pauta da sessão da 4ª Câmara Criminal do TJ-MG. A ação de S.R.S. foi negada. Já o julgamento do pedido de D.R.C.S., F.C.A. e F.G.C. foi adiado e pode ser retomado na próxima sessão, que será realizada em 13 de outubro.

 

No julgamento do habeas de F.G.C., o relator, desembargador Doorgal Andrada, votou favoravelmente e concedeu em parte o pedido. De acordo com seu voto, a acusada poderia ficar em liberdade, desde que não saísse de Contagem. No seu entender, F.C.A. também poderia ser solto.

 

Em ambos os casos, no entanto, faltam os votos de outros dois juízes. O desembargador Herbert Carneiro pediu adiamento. Na próxima sessão da 4ª Câmara Criminal, Carneiro e Eduardo Brum poderão continuar o julgamento, concordando ou não com o relator.

Atualizado às 14h31 para acréscimo de informações

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