Goleiro Bruno terá que pagar R$ 13 mil de indenização trabalhista

Ex-caseiro pedia R$ 2 milhões por irregularidades em sua contratação; ele também alegou que Macarrão o ameaçou para que não entrasse na Justiça

Marcelo Portela, O Estado de S. Paulo

26 Novembro 2010 | 18h21

BELO HORIZONTE - O goleiro Bruno Fernandes voltou a participar de uma audiência judicial trabalhista na capital mineira nesta sexta-feira, 26, e fez um acordo com o ex-caseiro do seu sítio em Esmeraldas, que alega irregularidades em sua contratação e pedia indenização de R$ 2 milhões. O atleta assumiu as irregularidades trabalhistas e, apesar do valor que pedia, o autor da ação aceitou um acordo para receber R$ 13 mil parcelados em 13 vezes.

 

Ele também afirmou, em depoimento, que não processou Bruno anteriormente porque era ameaçado pelo braço direito do goleiro, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, responsável pelo controle dos gastos do amigo e também acusado da morte de Eliza.

 

Além do goleiro, participaram da audiência, como testemunhas, Macarrão e a ex-mulher do atleta, Dayanne Rodrigues do Carmo, outra ré na ação pelo sequestro e morte de Eliza.

 

O procedimento não teve relação com o desaparecimento e suposta morte de sua ex-amante Eliza Samudio, que rendeu ao atleta e a outras oito pessoas a decretação de prisões preventivas e uma ação por sequestro e assassinato.

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