Governador pode esperar pressão, avisa o MST

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) pode esperar pressão dos movimentos de luta pela terra. O Movimento dos Sem-Terra (MST) e outros grupos preparam ações para cobrar a retomada dos assentamentos no Estado. Ontem, 200 militantes do MST ocuparam a frente da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) em Presidente Prudente, oeste paulista.

, O Estado de S.Paulo

05 de janeiro de 2011 | 00h00

De acordo com o MST, o objetivo é recuperar o "tempo perdido" durante a gestão Serra. "Alckmin é mais aberto ao diálogo do que o antecessor, mas não podemos ficar esperando que ele nos receba. Vamos fazer pressão", disse Clédson Mendes, da direção estadual do movimento.

O grupo que ocupou a frente do Itesp exigia a liberação da Fazenda Nazaré, em Marabá Paulista, e dos 92 mil hectares do chamado 15º Perímetro para assentamento. O Itesp disse que o governo ainda não tem a posse das terras. Os sem-terra saíram no fim do dia. / JOSÉ MARIA TOMAZELA e SANDRO VILLAR, ESPECIAL PARA O ESTADO

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