Governo reage e nega irregularidades

A Secretaria de Comunicação do governo do Tocantins negou categoricamente haver irregularidades no contrato com a O.O. Lima Limpadora. Em nota, a assessoria do governador Carlos Gaguim afirma que "não existe qualquer ato praticado pelo governo ou por seus gestores capaz de ser caracterizado como ilícito ou que tenha gerado prejuízo ao erário". Gaguim não retornou ligações do Estado em seu celular.

Fausto Macedo, Bruno Tavares, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2010 | 00h00

Sua assessoria assevera que o Ministério Público declarou que "não procedeu investigação com relação a Gaguim". "O governo do Tocantins se coloca à disposição das instituições para esclarecer dúvidas pertinentes aos contratos e licitações". Destacou que os atos do governo "obedecem à legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência".

O procurador-geral do Tocantins, Haroldo Rastoldo, salientou em nota que eventuais danos à sua imagem "por notícias desprovidas de conteúdo serão objeto das medidas judiciais". Por telefone, admitiu que conhece "socialmente" a família Manduca. Mas negou enfaticamente que tenha tido despesas suas pagas por Manduca.

O advogado Luiz Flávio Borges D"Urso, que defende José Carlos Cepera, afirmou não existir "uma prova sequer" contra seu cliente. O deputado Chico Uejo disse que "não tem conhecimento do inquérito". A ministra Cármen Lúcia não retornou os contatos.

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