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Governo vai liberar R$ 22 milhões para Angra dos Reis

O Ministério da Integração Nacional informou nesta quarta-feira que deverão ser liberados nesta quinta recursos para a recuperação de Angra dos Reis (RJ), que está em situação decalamidade pública por causa das chuvas. Segundo a governadora do Rio de Janeiro,Benedita da Silva (PT), devem ser disponibilizados cerca de R$ 22 milhões pelogoverno federal.A assessoria de imprensa do ministério não confirmou o valor, masgarantiu que o crédito será autorizado por meio de medida provisória, a ser publicada noDiário Oficial da União no mesmo dia. A governadora esteve nesta quarta-feira com o ministro da Integração, Luciano Barbosa, paraacertar o valor dos recursos e outros detalhes do texto da MP.Por meio de sua assessoria, Barbosa disse que está empenhado em garantir a liberação dos recursos para a Prefeitura de Angra dos Reis.O ministro também está negociando com a Receita Federal a doação de alimentos e roupas importadas ilegalmente, que foram retidos por fiscais, para as vítimas das enchentes de Angra.No encontro, a governadora apresentou documentos e fotos da tragédia em Angra para convencer o governo a destinar os R$ 22 milhões, valorsolicitado pela Prefeitura de Angra. Antes, a prefeitura havia estimado em R$ 40 milhõeso total necessário para a reconstrução das áreas afetadas pelas chuvas.Em Brasília, a governadora também insistiu na necessidade de uma audiência com opresidente Fernando Henrique Cardoso para tratar do assunto. Mas até esta quarta-feira à tarde oPalácio do Planalto ainda não dera uma resposta. No início da tarde, ela se reuniu com deputados e senadores no Congresso para buscar apoio político do Legislativo à medida provisória.Nesta terça-feira, o ministro da Integração esteve em Angra dos Reis com a governadorapara ver de perto os estragos provocados pelo temporal. Sob forte chuva desdedomingo, a cidade é a imagem da calamidade: 38 mortos, mais de 150feridos e 1.200 desabrigados foram registrados pela Defesa Civil. Depois de passarpela cidade, o próprio ministro disse que a situação era de absoluta desolação.

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