Greve de motoristas deixa 1 milhão sem transporte no DF

Categoria reivindica reajuste salarial de 20% e de 30% no vale-refeição, além de plano de saúde familiar

O Estado de S. Paulo

08 de junho de 2015 | 17h52

BRASÍLIA - Uma greve de motoristas e cobradores de ônibus deixou, nesta segunda-feira, 8, cerca de 1 milhão de pessoas sem transporte no Distrito Federal. Eles reivindicam reajuste salarial de 20% e de 30% no vale-refeição, além de plano de saúde familiar. As empresas oferecem reajuste de 8,34%.

 

Os funcionários descumpriram liminar do Tribunal Regional do Trabalho no sentido de que 70% dos ônibus circulassem no horário de pico - entre 5h e 9h30, 11h e 13h, e 15h e 19h30. Também descumpriram determinação do próprio sindicato da categoria de que a liminar fosse cumprida. Diante do descumprimento, a multa diária a ser paga pelo sindicato é de R$ 100 mil.

 

Na manhã desta segunda, as paradas de ônibus na capital federal amanheceram lotadas e as principais vias que ligam as cidades satélites ao Plano Piloto, região central de Brasília, permaneceram com tráfego intenso e por vezes congestionado. Diante disso, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) permitiu que carros transitassem por vias exclusivas destinadas aos ônibus. Muitas vans também aproveitaram a ausência dos ônibus para fazer o serviço, pelo qual cobravam R$ 10. Um trajeto semelhante custa R$ 3. 


Tudo o que sabemos sobre:
Distrito Federal

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.