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Greve deixa pacientes sem consulta em Porto Alegre

Centenas de pacientes ficaram sem atendimento, sobretudo de consultas agendadas, no primeiro dia da greve dos servidores da saúde de PortoAlegre. A paralisação dos médicos, dentistas e agentes de saúde, iniciada nesta quinta-feira, foi parcial.A Prefeitura estima que 70% dos serviços foram mantidos. Os grevistas acreditam que o índice não passou de 40%. Diversos postos de saúde funcionaram normalmente, mas acabaram recebendo mais pacientes do que nos outros dias, deslocados de outros bairros e até do interior do Estado.Isso provocou a formação de filas de mais de 100 pessoas em locais como o Pronto Atendimento Bom Jesus, na zona leste, durante a manhã. O Posto do IAPI, na zona norte, não prestou atendimento.Apenas um médico e 15 funcionários compareceram ao trabalho. Quem tinha horário agendado foi orientado a voltar depois da greve. Os servidores estão insatisfeitos com um decreto do prefeito João Verle que exige o cumprimento integral da carga de 40 horas semanais.Alegam que antes da municipalização da saúde a carga era de 30 horas e que estavam autorizados a mantê-la por um acordo informal feito à época da mudança.

Agencia Estado,

13 de março de 2003 | 20h05

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