Greve deixou 740 mil sem ônibus em São Paulo

A greve de motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo, que durou das 10 horas às 15 horas, parou os 18 terminais urbanos da cidade, segundo avaliação da Secretaria Muncipal de Transportes. As primeiras estimativas davam conta de que pelo menos 740 mil pessoas foram prejudicadas com o movimento, apesar de a paralisação não ter ocorrido nos horários de pico. De acordo com o diretor do Sindicato dos Condutores, Edílson Rodrigues Pereira, as principais reivindicações são convênio médico gratuito, reajuste salarial de 9,26%, referente à inflação do período, mais 5% de aumento real. A secretaria calcula que 40% da frota tenha circulado. O sindicato, por sua vez, afirma que 95% dos ônibus ficaram retidos nas garagens durante o período.A greve de motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo, que durou das 10 horas às 15 horas, parou os 18 terminais urbanos da cidade, segundo avaliação da Secretaria Muncipal de Transportes. As primeiras estimativas davam conta de que pelo menos 740 mil pessoas foram prejudicadas com o movimento, apesar de a paralisação não ter ocorrido nos horários de pico. De acordo com o diretor do Sindicato dos Condutores, Edílson Rodrigues Pereira, as principais reivindicações são convênio médico gratuito, reajuste salarial de 9,26%, referente à inflação do período, mais 5% de aumento real. A secretaria calcula que 40% da frota tenha circulado. O sindicato, por sua vez, afirma que 95% dos ônibus ficaram retidos nas garagens durante o período.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.