Greve do metrô continua em SP

Os funcionários do Metrô de São Paulo decidira, em assembléia na noite desta segunda-feira, pela manutenção da greve por tempo indeterminado. De acordo com o vice-presidente do sindicato da categoria, Flávio Godói, ficou determinado que, caso ocorra qualquer demissão, a categoria não negociará com a Companhia do Metropolitano de São Paulo. "Se começarem com a retaliação a gente não volta a trabalhar", disse. Uma nova assembléia está marcada para esta terça-feira, às 18h30.O diretor administrativo do Metrô, Fernando Carrazedo, disse, antes da assembléia, que se a paralisação continuasse a empresa tomaria "outras providências", como a suspensão e eventual demissão dos funcionários.Os cerca de 7,4 mil metroviários de São Paulo entraram em greve à 0h de hoje, reivindicando a manutenção, também para funcionários novos, do adicional de 50% para trabalho noturno e o pagamento de 100% sobre as horas extras.O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou a greve abusiva e determinou o pagamento de multa de R$ 100 mil por dia caso os metroviários não voltem ao trabalho, a partir das do turno das 22 horas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.