Grupo desenvolve diversas ações ambientais

SÃO PAULO - No Grupo Estado, a preocupação com questões ambientais se traduz na cobertura diária e de reportagens especiais sobre o tema em todas as mídias e em ações que transcendem a atividade jornalística.

21 Setembro 2013 | 17h00

 

Na Rádio Eldorado, por exemplo, ambiente é o eixo de programas e campanhas que há mais de duas décadas mobilizam os paulistanos. Em 1990, a emissora lançou um abaixo-assinado que reuniu mais de 1,2 milhão de assinaturas na capital paulista em prol da despoluição do Rio Tietê. Maior abaixo-assinado por uma causa ambiental na America Latina, deu subsídios ao governo paulista para solicitar o financiamento no BID e iniciar a despoluição do rio.

 

A campanha continuou desde então e no ano passado ganhou um outro nome - "Criaturas do Tietê" - que, de modo bem humorado, alerta para os "seres" que lá vivem, como pneus e bitucas de cigarro,

 

Há 13 anos, a rádio promove o "Projeto Pintou Limpeza", que oferece à sociedade informações sobre questões ambientais por meio de boletins com dicas sobre reciclagem, alertas sobre os problemas causados pelo descarte incorreto do lixo e o consumo irresponsável dos recursos naturais.

 

No final do ano passado, em evento de comemoração dos 12 anos do projeto, foi concedido pela primeira vez o "Prêmio Pintou Limpeza" a pessoas, empresas e entidades que têm colocado em prática ações de cunho socioambiental.

 

As Rádios Eldorado e Estadão terão, a partir do dia 27, as emissões de gás carbônico de suas atividades compensadas voluntariamente e certificadas com o selo Carbon Free pela Iniciativa Verde. Serão plantadas 1.675 árvores em compensação.

 

Internamente, o Grupo Estado também adota uma série de medidas para reduzir os impactos ambientais de sua atividade industrial de impressão dos seus próprios produtos, além de terceiros.

 

Em 2011, com o fim do fotolito, a empresa reduziu significativamente o consumo de solventes e energia, além de melhorar a qualidade da impressão. Isso foi possível graças a uma nova tecnologia, chamada computer-to-plate (Ctp). Além das mudanças que levaram à certificação da cadeia produtiva, as aparas da gráfica são vendidas para uma empresa de reciclagem, reduzindo as sobras do processo.

 

A sede da organização usa água de reúso e consome água de poço artesiano e da Sabesp. O fim do fotolito e a implementação do Ctp permitiram uma redução de 9,3% do consumo. O funcionamento de um novo poço artesiano a partir de 2010 permitiu o aumento da captação nessa modalidade, que hoje responde por 26,3% do total, reduzindo a captação da rede da Sabesp, que ficou em 53,9%.

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