Grupo faz protesto em memória da juíza Patrícia Acioli

Magistrada morta em agosto de 2011 era ameaçada por investigar grupos de extermínio no Rio de Janeiro

Priscila Trindade, estadão.com.br,

10 Agosto 2012 | 18h06

SÃO PAULO - O movimento Rio de Paz realizou um protesto nesta sexta-feira, 10, em memória da juíza Patrícia Acioli, assassinada em agosto de 2011, em Niterói, no Rio de Janeiro. Ela era ameaçada por investigar crime organizado e grupos de extermínio que atuavam em São Gonçalo.

Nesta sexta, o grupo colocou nas areias de Copacabana, na zona sul da cidade, 21 fotografias de bala de revólver. Cada foto tem um metro e quarenta centímetros de altura por 45 centímetros de largura.

Patrícia, que trabalhava em São Gonçalo, foi morta com 21 tiros quando chegava de carro em casa, no dia 11 de agosto, por volta das 23h30. Segundo testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros.

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