Guardas de Campinas terão que usar coletes à prova de bala

Os vereadores de Campinas derrubaram, por unanimidade, o veto da prefeita Izalene Tiene (PT) ao projeto de lei sobre a obrigatoriedade de uso de colete à prova de balas pelos guardas municipais da cidade. O veto foi derrubado ontem à noite e a lei será criada após sua publicação no Diário Oficial do Município, nas próximas semanas. Os GMs que fazem ronda e atuam no patrulhamento preventivo terão que usar coletes à prova de bala, conforme a nova lei, do vereador Sebastião dos Santos (PFL). Para a Câmara, os guardas estarão mais seguros usando o equipamento. O efetivo da GM em campinas é de 685 guardas e há disponíveis 377 coletes, conforme a Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. A assessoria de imprensa da prefeitura informou que o uso de colete "é uma questão técnica", de acordo com a necessidade, e que os guardas municipais de Campinas nunca irão atuar como policiais. A administração justificou que "a utilização obrigatória do colete anti-balístico, em observância a princípios e normas técnicas de segurança, já é adotada no município".

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