'Há tentativa de desgaste das forças públicas e policiais', diz Cabral sobre protestos

Governador afirma que grupo já chegou ao palácio 'mascarado, com rojões, com coquetéis molotov, com o desejo de confronto e de gerar o caos'

Luciana Nunes Leal, O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2013 | 13h07

RIO -  O governador Sergio Cabral, ao comentar o confronto entre manifestantes e policiais na noite de segunda-feira, 12, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo, disse que existe "uma tentativa de desgaste das forças públicas e das forças policiais preocupante para a democracia".

Cabral afirmou que o grupo que se dirigiu ao palácio, depois de uma passeata no centro da capital, já chegou "mascarado, com a cara escondida, com rojões, com coquetéis molotov, com o desejo de confronto e de gerar o caos". Ele voltou a defender a ação da polícia e disse que há cuidado por parte do Estado para evitar ao máximo o confronto.

O governador comentou também a ocupação por parte de alguns professores do Palácio Guanabara, depois de uma reunião de representante do Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe) com o vice-governador Luiz Fernando Pezão. "Houve uma reunião tranquila com o vice-governador. Depois um grupo resolveu acampar no palácio. Um outro grupo questionou e não concordou. Quase foi feita uma assembleia. Retiramos (os que ficaram). Acampar aqui não é do bom convívio democrático. Não houve por parte da polícia nenhum desejo de truculência", afirmou Cabral, depois de uma solenidade na sede governo.

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