Higiene e aperto dos capacetes preocupam

Com a lei federal que permite o serviço de mototáxi, os usuários devem ficar atentos quanto às condições de higiene dos capacetes e ao direito de exigir a touca de proteção. Usuários ouvidos no interior demonstraram desconhecimento e até aversão ao uso da touca. "Estão oferecendo há pouco tempo, mas eu acho desagradável", diz a estudante Laiany de Cássia Pauda dos Reis, de 21 anos, de Ribeirão Preto. Há um ano, Laiany usa mototáxi pelo menos três vezes por semana e sempre procura a mesma empresa. "O capacete está sempre limpinho." Em Barretos, o bancário André Luiz Gonçalves usa o serviço há cerca de sete anos, até três vezes semanais. "É bom, o capacete está sempre limpo e sempre pego o serviço com alguém de confiança", afirma Gonçalves. Ele não ouviu amigos ou parentes reclamarem, mas relata que nunca usou touca. Regina Rodrigues Alves Lima trabalha como atendente em Araraquara e duas vezes por semana, nos últimos seis meses, usa mototáxi, que considera rápido e do qual não tem o que reclamar. No entanto, também desconhecia que a lei federal exige a touca. SÓ NO INÍCIO Esse problema terá de ser solucionado, pois a lei municipal regulamentada no município nada cita sobre cuidados higiênicos. Mas Regina tem uma reclamação. "Os capacetes ficam a desejar, são apertados", queixa-se. "Usei touca só quando a lei municipal foi sancionada", emenda o digitador Hilton Pereira, de Ribeirão Preto.

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