Homem se entrega após manter mãe refém por mais de 7 horas no RS

Breno Galli, de 54 anos, trocou tiros com policiais militares, efetuou 33 disparos e ficou ferido no braço; idosa de 78 anos saiu ilesa

Wagner Machado, Especial para O Estado

14 de novembro de 2014 | 09h27

PORTO ALEGRE - Depois de mais de sete horas de negociação, a Polícia Militar gaúcha conseguiu a libertação de uma idosa de 78 anos que era mantida em cárcere privado pelo próprio filho, Breno Galli, de 54 anos. O caso, que ocorreu na zona sul de Porto Alegre, começou ainda no final da noite desta quinta-feira, 13, e resultou em uma troca de tiros entre o suspeito e os policiais militares.

Segundo informações da corporação, 33 disparos foram efetuados por Galli desde o início da ocorrência.

Galli ficou ferido com um tiro no braço e foi preso por policiais militares que entraram na casa depois de derrubar uma barricada que havia sido formada para impedir a entrada dos policiais.

A mãe dele saiu ilesa do cárcere privado e foi atendida por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).  

De acordo com a Brigada Militar, a invasão da equipe só foi permitida quando Galli percebeu que havia sido alvejado e solicitou a ajuda de um médico.

Ainda conforme a corporação, o cárcere privado teria começado quando Galli estava em casa junto com mãe e iniciou uma discussão com a irmã, com quem tem problemas pessoais. A mulher tentou entrar na residência, mas teria sido impedida por Galli.

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