Horário de verão começa somente após as eleições

O horário de verão deverá começar mais tarde este ano. O governo deverá atender o pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e adiar o início do horário de verão para depois das eleições, provavelmente no dia 3 de novembro, quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora. A decisão deverá ser tomada provavelmente na próxima semana, mas a legislação determina que o decreto presidencial instituindo a mudança nos relógios deve ser publicado pelo menos 30 dias antes do início do horário de verão. Esta será a 29ª vez que o País adota a mudança nos relógios. A economia de energia obtida no horário de pico, das 18h às 22h, é em média de 4,5%. No ano passado, o horário de verão durou 126 dias, começando no dia 14 de outubro até o dia 16 de fevereiro de 2002 e foi implantado nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e no Estado de Tocantins. O presidente do TSE, ministro Nelson Jobim, disse nesta semana que já havia acertado com governo para que o horário de verão comece após o dia 30 de outubro, depois do segundo turno das eleições, marcado para o dia 27 do mesmo mês. Segundo Jobim, o relógio das urnas eletrônicas estão bloqueados e programados para ser acionados às 7h do dia 6 de outubro, data do primeiro turno das eleições. O ministro explicou que os relógios das urnas não estão adaptados ao horário de verão. "Então, nas eleições de primeiro e segundo turno temos de estar com o horário normal, porque senão os relógios vão abrir uma hora antes", disse Jobim. De acordo com a programação eleitoral, às 7h horas dos dias 6 e 27 de outubro será instalada a sessão eleitoral e a votação irá das 8h às 17h.

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