Hortolândia terá medidas para coibir rebeliões

O diretor da Penitenciária 2, em Hortolândia, José Tomas Celidônio, disse hoje que irá adotar medidas mais enérgicas para tentar coibir novas rebeliões. Ontem 11 agentes penitenciários e 73 visitantes foram tomados como reféns durante o motim que acompanhou o movimento deflagrado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em 24 presídios do estado. A situação só foi controlada no final da noite de ontem, quando a Tropa de Choque invadiu a unidade e as vítimas foram libertadas.Uma das medidas, segundo ele, será adotar maior rigor nas revistas às pessoas que visitam os presos. O diretor também iniciou uma investigação para identificar integrantes do PCC na penitenciária. "Os presos negam, mas sabemos que entre eles há simpatizantes dessa organização", disse. No final da manhã, a Polícia Militar iniciou uma revista nas três unidades de Hortolândia. Até as 16 horas, porém, a operação ainda não havia sido concluída. O objetivo da PM era encontrar armas, telefones celulares, drogas, dinheiro e outros objetos proibidos entre os detentos.

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