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Hospital tem passado por sérias disputas internas

Principal hospital do País, o HC passa atualmente por embates entre a atual administração e a gestão anterior de seu Instituto Central. Desde outubro, o hospital limitou os atendimentos dos prontos-socorros. Casos aparentemente simples, como dor de garganta ou de cabeça, são encaminhados para postos de saúde.A medida motivou críticas públicas do ex-diretor do Instituto Central, Waldemir Rezende, que apontou que a rede de postos não estaria preparada para a mudança e a medida prejudicaria pessoas com dificuldades para conseguir resolver seus problemas na rede básica de saúde.Rezende lançou este ano o livro Estação Clínicas, em que relata uma série de supostas irregularidades que encontrou durante sua gestão de quatro anos. Entre elas, falta de controle dos estoques e ilegalidades em compras.Depois de Rezende dar entrevistas sobre os problemas a vários órgãos de imprensa, o hospital decidiu abrir uma sindicância sobre o caso. No mês passado, com a publicação sobre a investigação no Diário Oficial do Estado, o hospital ameaçou o médico de demissão.EXTORSÃOOutra recente confusão envolvendo o hospital foi o caso de extorsão contra o presidente da Fundação Zerbini, David Uip. A entidade é responsável pela administração do Instituto do Coração (Incor), maior unidade de cardiologia do País. Uma ex-funcionária do Incor e seu marido foram presos, acusados de tentar tirar dinheiro do médico. À polícia, Uip afirmou que os acusados chegaram a ameaçar sua família.A fundação ainda passou por uma grave crise financeira no ano passado. No início deste ano, o governo estadual assumiu parte da dívida.

O Estadao de S.Paulo

26 de dezembro de 2007 | 00h00

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