Hotéis do Rio têm queda de ocupação com onda de protestos

Região mais prejudicada foi o centro, a preferida dos manifestantes: a taxa de cancelamento de reservas foi de 27,57%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis

Roberta Pennafort, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2013 | 14h37

RIO - Iniciada dia 6, a onda de protestos no Rio - em parte, violentos - trouxe prejuízos para a indústria hoteleira. De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 26, pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih-RJ), relativa ao período de 17 a 24 de junho, o temor dos visitantes fez com que houvesse queda de ocupação. A região mais prejudicada foi o centro, a preferida dos manifestantes: a taxa de cancelamento de reservas foi de 27,57%.

Entre os bairros de Flamengo e Botafogo, o índice de cancelamentos foi de 12%; na área de Copacabana e Leme, a mais turística da cidade e com o maior número de hotéis, 7,14%; Ipanema e Leblon, 4,96%. Na Barra da Tijuca o índice não chegou a 1%.

"Os números confirmaram as estimativas da Abih-RJ de que acontecessem pontualmente cancelamentos nos locais onde as maiores manifestações se concentraram", informou nota da entidade. No período estudado foram realizadas seis manifestações no Rio.

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