IBGE indica queda no número de casas sem rede de esgoto

O porcentual de moradores em domicílios particulares no Brasil que não tinham acesso a qualquer tipo de esgotamento sanitário caiu de 6,2% em 1992 para 2,9% em 2002 nas áreas urbanas, segundo a pesquisa de desenvolvimento sustentável divulgada pelo IBGE. No caso da área rural também houve redução, de 49% em 1992 para 32,9% em 2002, mas o porcentual de moradias sem esgotamento permanece muito elevado. "O Brasil ainda está muito atrasado do ponto de vista do saneamento, enfrentando ainda problemas de tratamento de esgoto e tratamento de lixo. Estamos ainda muito atrasados, embora andando na direção certa", avalia o biólogo Judicael Clevelario, responsável pela análise dos dados ambientais da pesquisa. Em 2002, os Estados com maior porcentual de moradias sem esgotamento sanitário em áreas urbanas eram o Maranhão (26,9%) e o Piauí (23,4%). No caso da área rural os dois Estados também lideram, mas o Piauí (85%) ultrapassa o Maranhão (80%).

Agencia Estado,

04 de novembro de 2004 | 13h51

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