Impressão digital incrimina acusado da morte de juiz

Um fragmento de impressão digital achado no vidro da porta dianteira direita do Uno usado pelos assassinos do juiz-corregedor de Presidente Prudente Antônio José Machado Dias é a prova definitiva contra os executores do magistrado. O homem que atirou em Dias estava no banco do carona.Análise feita pelos peritos do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) constatou que o fragmento corresponde à impressão digital do dedo anular direito de Reinaldo Teixeira dos Santos, de 24 anos, o Funchal, acusado de ser seqüestrador e traficante de drogas.O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) descobriu que Funchal e o traficante de drogas Adilson Daghia, conhecido como Di ou Ferrugem, chegaram a um hotel da cidade de Regente Feijó no dia 12 de março. Um dia depois, o terceiro executor, Ronaldo Dias, o Chocolate, hospedou-se no mesmo hotel.No dia 14, os três saíram do hotel e rumaram para Presidente Prudente, onde executaram o juiz quando ele ia para casa. Veja o especial:

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