Nyoman Budhiana/Antara Foto/Reuters
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Indonésia adia decisão sobre execução de brasileiro e outros 9

Justiça protela recurso contra rejeição de clemência, o que garante que condenados por tráfico de drogas não serão mortos neste mês

O Estado de S. Paulo

19 Março 2015 | 08h18

Atualizado às 11h40

JACARTA - Dez condenados por tráfico de drogas que estão no corredor da morte na Indonésia não serão executados neste mês. Uma ordem judicial desta quinta-feira, 19, adiou a audiência do recurso contra a rejeição do pedido por clemência presidencial da Austrália para impedir a morte de dois cidadãos do país. 

Os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan já foram transferidos para a ilha-prisão de Nusakabangan, onde as execuções serão realizadas.

Os dois australianos estão entre um grupo de 10 condenados por tráfico de drogas que serão executados juntos por um pelotão de fuzilamento em Nusakabangan. O grupo inclui o brasileiro Rodrigo Gularte e cidadãos da França, de Filipinas, de Gana, da Nigéria e da Indonésia. 

Sukumaran e Chan foram presos em 2005 como líderes de um cartel que transportava heroína para fora da Indonésia. 

Em janeiro, a Indonésia executou o brasileiro Marco Archer, condenado por tráfico de drogas, em um caso que levou os dois países a chamarem de volta seus embaixadores para consultas e provocou tensões diplomáticas./REUTERS

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