Informe-se sobre atrasos de vôos e indenizações

O colapso no sistema de controle do tráfego aéreo, que obrigou a Aeronáutica a adotar medidas radicais de restrição de vôos, deixou atraso em vôos nos principais aeroportos do País. A desinformação das companhias gerou revoltas em diversos aeroportos, pois não há uma central unificada onde os passageiros possam verificar a situação dos vôos. Para evitar transtornos, quem está com vôos marcados pode conferir se haverá atraso acessando o site das companhias ou obtendo informações por telefone.Para obter informações sobre vôos, fale com as companhias:Infraero: Veja o site da Infraero TAM: (11) 4002-5700 Veja o site da TAM GOL: 08002800465 Veja o site da GOL Pantanal Linhas Aéreas: 0800 6025888 Veja o site da PANTANALBRA: (11) 6445-4310 Veja o site da BRA United Airlines: 11 3145-4200 e0800 16 2323 Site da United AirlinesBritish Airways: (11) 4004-4440 Site da British AirwaysLufthansa: 0800-115303 Site da LufthansaTrip: 0300-7898747 Site da TripOcean Air: 0300 7898 160 e 4004 4040 Side da Ocean AirIndenizaçãoQuem sofreu prejuízo por causa dos atrasos das companhias aéreas tem o direito a indenização. De acordo com o presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), brigadeiro José Carlos Pereira, os passageiros devem encaminhar as reclamações à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ou para a ouvidoria da Infraero.Como a Aeronáutica não admitiu oficialmente a greve dos controladores de vôo, responsabilizando o excesso de tráfego pelos atrasos, o passageiro terá mais dificuldade em achar um culpado. ?Como ninguém assumiu a responsabilidade, o ônus é de todos, ou seja, da Infraero, da Anac e das companhias aéreas?, disse Maria Elisa Cesar Novaes, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).Além do Idec, o Procon pode ajudar, com orientações no posto do Poupatempo da Praça da Sé. Os viajantes podem conhecer melhor seus direitos em casos como de overbooking e de atrasos de vôo no Guia do Passageiro da Infraero, também disponível no site da empresa.O ideal é sempre tentar um acordo. ?Entrar com uma ação na Justiça deve ser a última alternativa?, afirmou o advogado Renato Guimarães Jr., da Associação de Assistência às Famílias de Vítimas de Tragédias Aéreas. Colaborou Valéria França

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