Investimentos chegam com atraso

A Marinha do Brasil está recuperando investimentos que deveriam ter sido feitos há 33 anos, quando a frota naval deixou de ser regularmente renovada. O governo do Brasil reivindica 4,5 milhões de km² de área de exploração econômica no Atlântico Sul. É o cenário de 86% das principais rotas comerciais de interesse do País, sobre as quais, para garantir o direito de exploração, está assumindo responsabilidades de controle e da segurança da navegação. Quando estiver em pleno funcionamento, a província petrolífera do pré-sal implicará numa espécie de arquipélago artificial onde devem trabalhar e viver cerca de 45 mil pessoas. O Comando da Marinha terá de assegurar a integridade desses recursos e negar o acesso a agressores. A frota pretendida, moderna, ágil e com elevado poder de fogo, é o instrumento de dissuasão adequado à situação.

Análise: Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo

13 de maio de 2010 | 00h00

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