Irmã de policial militar morta em UPP, no Alemão, exige medidas

Unidade de Nova Brasília foi o alvo da ação onde PM foi morta; em dois outros pontos do complexo, houve tiroteio

Antonio Pita, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2012 | 12h24

RIO DE JANEIRO - A irmã da soldado Fabiana Aparecida Souza, de 30 anos, morta dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora, no Complexo do Alemão, esteve no Instituto Médico Legal na manhã desta terça-feira, 24.

Luciana, que também é policial militar, estava nervosa e falou rapidamente com a imprensa. "Gostaria que isso não fosse uma coisa que acontecesse sempre na corporação, que medidas sejam tomadas para que outras famílias não passem pelo que estou passando".

Os policiais que a acompanhavam informaram que o enterro de Fabiana será em Valença, no sul fluminense, cidade natal da soldado, que era órfã de pais. O horário ainda não foi confirmado. Luciana saiu há pouco do IML para resolver questões burocráticas. Ela estava em um carro preto, seguido por outro veículo com policiais.

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