Isolado, PTB paulista lançará Tuma em voo solo

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não permitir mais de dois candidatos ao Senado na mesma chapa consolidou a decisão do PTB paulista - tomada há semanas - de lançar a candidatura à reeleição do senador Romeu Tuma em chapa solitária.

Lucas de Abreu Maia, O Estado de S.Paulo

13 de maio de 2010 | 00h00

O partido irá apoiar informalmente a candidatura ao Palácio dos Bandeirantes do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), mas não terá espaço na chapa tucana. Sem alianças com outras legendas, Tuma deverá ter pouco tempo no horário eleitoral.

Na a última pesquisa Datafolha, ele aparece em segundo lugar na corrida ao Senado - com 25% das intenções de voto, atrás apenas da pré-candidata petista Marta Suplicy. De olho neste eleitorado, o PT chegou a acenar para o PTB, garantindo espaço na chapa de Aloizio Mercadante.

O PSB, que pretende lançar o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao Palácio dos Bandeirantes, e o PP, que terá como candidato ao governo o deputado Celso Russomanno, também tentaram aliança com o partido de Tuma. Mas, a relação histórica de Campos Machado, presidente do PTB paulista, com Alckmin impediu alianças com outras candidaturas.

Eleito pelo DEM, Tuma mudou de partido quando o partido negou o apoio para uma campanha de reeleição. Filiou-se ao PTB exatamente com a garantia de que a candidatura ao Senado seria sua.

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