Ed Ferreira/AE
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Jobim crê que ainda é possível achar caixa-preta, diz Lula

'Um país que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil', disse o presidente

Tânia Monteiro, enviada especial,

02 de junho de 2009 | 15h56

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou nesta terça-feira, 2, nesta capital, que conversou com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, sobre as buscas na região do Oceano Atlântico em que sumiu o Airbus da Air France e que o ministro manifestou esperança de que ainda se possa encontrar a caixa-preta do avião. "Um país que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil", disse o presidente.

 

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Lula, embora ainda não se saiba oficialmente o que aconteceu com o avião da Air France e seus 228 ocupantes, declarou que o governo brasileiro fará "o possível e o impossível" para localizar os destroços do Airbus. "O melhor que poderia acontecer é que se consiga chegar lá para que se possa entregar as pessoas às famílias", disse o presidente.

 

Ele comentou que, embora não haja nenhum sinal concreto, já se sabe "mais ou menos" onde os destroços podem estar, mas vai-se levar muito tempo ainda, já que se mapeou uma área de 9 mil quilômetros quadrados.

 

Lula contou ter recebido de Jobim a informação de que, na madrugada de hoje, um avião Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) viu o que parecia ser uma mancha de óleo sobre a lâmina d'água, na região. "Essas informações sobre as distâncias entre as coisas que estão sendo encontradas mostra que há na região uma corrente marítima que pode levar os destroços para vários pontos", acrescentou o presidente.

 

   

Ele disse que continua sendo informado permanentemente pelas autoridades aeronáuticas brasileiras sobre as operações de busca na região onde supostamente teria ocorrido o acidente aérea.

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