Jornalista pode ter sido vítima de crime político

O assassinato do jornalista Valério Nascimento, de 50 anos, morto a tiros anteontem, está sendo investigado como crime político ou de vingança pela Polícia Civil. Nascimento era dono do jornal Panorama Geral e foi morto no quintal da sua casa, no distrito de Lídice, em Rio Claro, sul fluminense.

Tiago Rogero / RIO, O Estado de S.Paulo

05 de maio de 2011 | 00h00

Segundo a polícia, além de fazer críticas no jornal às administrações públicas onde circulava o periódico - Rio Claro e Angra dos Reis, no Rio, e Bananal, em São Paulo - a vítima tinha vida política ativa. Era presidente da associação de moradores da região e foi candidato a vereador.

De acordo com o delegado Marco Antônio de Oliveira, da 168.ª DP (Rio Claro), Nascimento foi vítima de uma tocaia. "Esperavam por ele dentro do quintal da casa e o alvejaram pelas costas", disse. Em nota, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiou o assassinato de Nascimento e cobrou "presteza" na apuração do crime.

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