Jovem baleado na Lov.e pode ficar paralítico, diz advogada

Os policiais do 15ºDistrito, no Itaim-Bibi, que investigam os disparos que atingiram o comerciante Marcelo Teles de Azevedo, de 33 anos, dentro da casa noturna Lov.e, na Vila Olímpia, avançaram pouco nas investigações feitas na terça-feira. Seguranças da boate e familiares da vítima foram ouvidos. Nos depoimentos, os seguranças afirmaram que o autor dos disparos teria se identificado como policial civil.Há a descrição do autor do disparo, mas ainda insuficiente para permitir que seja feito um retrato falado. Funcionários da Lov.e chegaram a dizer que o policial pode se entregar nesta quarta-feira. Mas os investigadores do 15º DP negaram que o crime esteja perto de um desfecho. Inaugurada há oito anos, a Lov.e é uma das casas noturnas mais badaladas da capital.O comerciante Marcelo Teles de Azevedo foi baleado no pescoço na madrugada de segunda-feira. Segundo informações da advogada da família da vítima, ele teria ficado paralítico. Ela afirmou na terça-feira que o comerciante permanece respirando por aparelhos e seu estado era grave. Azevedo foi transferido na terça-feira da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz, em Santo Amaro, para a Santa Casa, no mesmo bairro. Segundo a advogada, a transferência foi feita porque a família do rapaz não tinha condições de arcar com as despesas do hospital. Azevedo é casado e tem uma filha de 5 anos. "Ele ainda permanece inconsciente. A família não sabe o que aconteceu", disse Luciana.

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