Jovem morto em SP podia fazer parte de grupo neonazista

O Grupo de Repressão e Análise a Delitos de Intolerância iniciou no domingo, 15, a apuração do assassinato de Ricardo Cardoso, de 22 anos, e da agressão a Rogério Moreira, de 19. Ricardo e Rogério envolveram-se na sexta-feira, 13, em uma suposta briga entre punks e skinheads na região central de São Paulo. A Secretaria da Segurança Pública do Estado ainda investiga se Ricardo fazia parte de algum movimento neonazista. Ele foi enterrado no domingo em Santa Cruz das Palmeiras, a cerca de 240 quilômetros da capital paulista. Operador de scanner, ele foi abordado junto com Moreira pouco antes da meia-noite por, no mínimo, dez suspeitos na altura do número 1.000 da Rua Augusta. Uma testemunha ouviu os supostos punks perguntarem o nome dos jovens. Os dois fugiram correndo. A um quarteirão de distância, Moreira recebeu uma facada na boca. Foi levado ao pronto-socorro da Santa Casa e, na manhã de domingo, o quadro era considerado estável. Cardoso não resistiu aos ferimentos no abdome. Ele era casado e pai de Nicolas, de 4 anos.

Agencia Estado,

16 Abril 2007 | 12h54

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