Judiciário de SP acena com greve no 2º mês de gestão

Irritados com a peça orçamentária enviada à Assembleia Legislativa de São Paulo, funcionários do Tribunal de Justiça paulista já falam em greve a partir de fevereiro do ano que vem, início da gestão Geraldo Alckmin (PSDB).

Roberto Almeida, O Estado de S.Paulo

12 Novembro 2010 | 00h00

"Se não tivermos reposição salarial, a ideia é botar fantasia de palhaço no carnaval e parar", disse José Gozze, presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj).

O orçamento para o TJ paulista, enviado à Assembleia, recebeu um corte de 57% e caiu para R$ 5,7 bi. A proposta original, sugerida pela toga para suprir suas carências, era de R$ 12,3 bi. Este ano, em busca de reposição salarial, servidores do TJ fizeram a mais longa greve de sua história, que durou 127 dias.

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