Juíza suspeita de extorquir goleiro Bruno é investigada em corregedoria

Magistrada é suspeita de negociar um habeas corpus para a libertação do ex-goleiro em Minas Gerais

Carolina Spillari, estadão.com.br

29 de junho de 2011 | 16h44

SÃO PAULO - A atuação da juíza Maria José Starling, da comarca de Esmeraldas (MG), é investigada em procedimento interno da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), informou o TJ nesta quarta-feira, 29.

 

Na última sexta-feira, 17, o deputado Durval Ângelo (PT-MG) encaminhou ofício com pedido de afastamento da juíza, suspeita de negociar um habeas corpus para a libertação do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes.

 

A magistrada e um advogado são acusados de pedir R$ 1,5 milhão para que fosse obtida a soltura do atleta, que ainda será levado a júri popular pelo sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza Samudio.

 

A assessoria do TJ esclarece, no entanto, que afastamento de juízes não é procedimento da Corregedoria, que trabalha com procedimento preliminar com tramitará de acordo com o órgão julgar necessário. O processo será avaliado internamente, sem divulgação, segundo o TJ-MG.

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