Jundiaí pede reformas

Mudar a rotina do Aeroporto de Jundiaí, para onde o governo federal propôs transferir parte da demanda de Congonhas, vai requerer adaptações para receber passageiros. Nome, ele já tem: chama-se Aeroporto Comandante Rolim Adolfo Amaro, o fundador da TAM, morto em 2001. Falta a estrutura: não existem esteiras para malas, balcões, painéis de informações, lojas. Anteontem, o governador José Serra prometeu ''''estudar'''' a proposta de adequar o aeroporto, que é estadual. A ampliação da pista poderia ser de no máximo 220 metros - duas avenidas vizinhas impedem a extensão. O movimento ontem foi apenas de pequenos aviões turboélices, executivos e de instrução.

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