Jurados não ficaram incomunicáveis no caso Valentina

O superintendente da Polícia Federal no Pará, José Sales, disse no final da tarde desta terça-feira haver indícios de quebra de incomunicabilidade dos sete jurados que participaram do julgamento de Valentina de Andrade, absolvida da acusação de castração e morte de crianças em Altamira. "Os dados que recebemos hoje reforçam a suspeita", disse Sales. O corpo de jurados teria feito telefonemas e tido conversas com pessoas estranhas ao grupo.Sales contou que as informações levantadas revelam que houve um comportamento dos jurados, testemunhas e outras pessoas ligadas ao julgamento que apontam para fatos contrários ao que determina a lei da incomunicabilidade do júri. Já dá para saber, segundo Sales, que a incomunicabilidade dos jurados não foi preservada. "As nossas informações ainda estão sendo aprofundadas, mas ainda é cedo para fazer um diagnóstico definitivo", resumiu o chefe da PF.

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