Jurista considera sanção da lei de videoconferência um acerto

Segundo Luiz Flávio Gomes, governo passa a economizar valor que antes seria gasto para transportar um preso

da Redação, estadao.com.br

09 de janeiro de 2009 | 16h21

O jurista e doutor em direito penal pela Universidade de Madri, Luiz Flávio Gomes, considera acertada a lei que permite interrogatório de presos por videoconferência, sancionada na quinta-feira, 9, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, esse recurso vai ser benéfico tanto para o Judiciário brasileiro quanto para o preso.  Veja também:De férias, Lula sanciona 4 leis por assinatura digitalCom videoconferência, SP deve economizar R$ 6 miSerra elogia aprovação de vioconferência em interrogatóriosOAB critica uso de videoconferência em interrogatóriosPresos recebem visita virtual em cadeia de Campo GrandeCorregedor de Justiça defende videoconferência no Brasil Para Gomes, a lei atende aos interesses da Justiça porque o governo economizará o que antes seria gasto para deslocar os presos. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, confirma o que diz o jurista. Segundo o órgão, o Estado deverá economizar R$ 6 milhões por ano, além de ter 700 policiais livres, que antes fariam escoltas, para patrulhar as ruas. O jurista também explica que todos os presos, com a videoconferência, poderão assistir às audiências, um direito garantido. 

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