Justiça aceita denúncia contra a advogada Carla Cepollina

A advogada Carla Prinzivalli Cepollina, de 40 anos, tornou-se ré de homicídio. O juiz Alberto Anderson Filho, do 1º Tribunal do Júri de São Paulo, acolheu nesta terça-feira a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra a advogada pelo assassinato de Ubiratan Guimarães, deputado estadual e coronel da reserva da Polícia Militar.Carla vai responder ao processo em liberdade. Seu interrogatório foi marcado para 5 de fevereiro de 2007. Pela denúncia do promotor Luiz Fernando Vaggione, Carla agiu por vingança contra o coronel e não lhe deu chance de defesa. Essas duas características identificadas por Vaggione fizeram o promotor denunciar Carla sob a acusação de homicídio duplamente qualificado.Depois de Carla, serão ouvidas as testemunhas de acusação e, por fim, as da defesa. Defesa e acusação apresentarão suas alegações e o juiz decidirá se a advogada vai ou não à júri. Ubiratan, que chefiou a tropa que matou 111 presos em 1992 na Casa de Detenção de São Paulo, foi morto em 9 de setembro e achado no dia seguinte em seu apartamento, nos Jardins, zona sul.

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