Justiça analisa quebra de sigilo telefônico de 15 pessoas ligadas ao coronel

A Justiça Estadual analisa o pedido de quebra de sigilo de cerca de 15 telefones fixos e celulares pertencentes a pessoas que se relacionavam com o do coronel da reserva e deputado estadual (PTB) Ubiratan Guimarães, 63 anos, assassinado na noite de sábado, 9. O pedido será analisado pelo juiz Richard Chequini, do 1º Tribunal do Júri. Serão analisadas as ligações feitas pela namorada Carla Cepollina, a delegada federal Renata Azevedo dos Santos Madi, que teria telefonado para o coronel no sábado, a advogada Liliana Prinzivalli, mãe de Carla, os telefones fixos e celulares da própria vítima, de um de seus filhos, do chefe de gabinete Eduardo Anastazi, entre outros. A decisão de Chequini deve ser divulgada ainda na tarde desta quarta-feira.DepoimentoCarla será ouvida pelo terceiro dia consecutivo no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta quarta-feira, 13, na Rua Brigadeiro Tobias, no centro de São Paulo. O novo depoimento deve ser iniciado às 13 horas. Nesta terça-feira, 12, a advogada, que seria umas das principais suspeitas do crime, foi ouvida por mais de 13 horas e negou mais uma vez, como no dia anterior em depoimento informal, ter matado o coronel. Durante o depoimento, Carla entregou uma lista com o nome de dez supostos inimigos do coronel, que teriam interesse em sua morte. Na relação está o nome de um coronel identificado apenas por Gérson, que seria chefe de seu comitê eleitoral.

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