Justiça condena fraudadora do INSS

Cerca de 20 anos depois da fraude que lesou o INSS em Cr$ 6,6 bilhões (6,6 bilhões de cruzeiros), a Justiça Federal condenou a advogada Jorgina Maria de Freitas Fernandes e o contador Carlos Alberto Mello dos Santos - dois dos nove réus processados - a restituírem os valores fraudados. Ainda não existe um cálculo oficial atualizado, mas o juiz da 27.ª Vara Federal que assinou a sentença, José Carlos Zebulum, admite que a quantia hoje equivale a mais de R$ 500 milhões.

Marcelo Auler / RIO, O Estado de S.Paulo

22 de maio de 2010 | 00h00

Na ação movida pelo INSS, não houve confisco de dinheiro e de contas, apenas sequestros de imóveis. Como explicou o juiz, os valores confiscados em outras ações servirão para o acerto final. Há ainda um processo desmembrado contra outros cinco réus e mais o espólio de outros dois: o ex-procurador-geral do INSS, Sérgio Jardim Bulhões de Sayão, e o ex-diretor de Administração e Finanças do INSS, Paulo Seixas Queirós.

O Estado foi informado que a advogada Ana Nery de Freitas não é mais a defensora de Jorgina. O advogado Kenedi Jaime de Souza Freitas que defende Santos não foi localizado.

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