Justiça dá liberdade condicional a acusado de incendiar jornal

A Justiça Estadual de Marília, no interior de São Paulo, concedeu liberdade condicional a Anderson Ricardo Lopes, mais conhecido como "Ricardinho", um dos acusados de incendiar e destruir as instalações do jornal Diário de Marília e das rádios Dirceu AM e Diário FM, em 8 de setembro."Ricardinho" é suspeito de ter rendido o porteiro do prédio da Central Marília de Notícias (CMN), onde funcionam as rádios e o jornal, para facilitar a entrada dos comparsas que praticaram o atentado. Em janeiro, os outros três acusados, Bruno Gaudêncio Coércio, Amarildo Barbosa e Amaury Delábio Campoy, foram condenados a 12 anos de prisão e pagamento de multa pelo crime. Coércio, Barbosa e Campoy cumprem pena no Centro de Ressocialização de Lins (SP).A decisão de libertar o acusado, que estava preso na Penitenciária de Álvaro de Carvalho (SP), é da juíza Renata Biagioni, da Vara de Execuções Criminais de Marília. Renata levou em consideração o fato de não haver denúncia formal nem pedido de prisão preventiva contra "Ricardinho" pelo atentado. Ele estava preso por ter praticado outro crime, de roubo.

Agencia Estado,

14 de fevereiro de 2006 | 18h04

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.