Justiça de Minas autoriza quebra sigilo telefônico de Eliza Samudio

Com dados telefônicos, polícia saberá com quais pessoas jovem manteve contato antes de sumir

Priscila Trindade, da Central de Notícias

01 de julho de 2010 | 18h10

SÃO PAULO - O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) autorizou a quebra do sigilo telefônico de Eliza Samudio, que está desaparecida há cerca de três semanas. O goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, de 25 anos, é suspeito de participação no desaparecimento da estudante.

 

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O pedido da quebra de sigilo foi assinado na última terça-feira, 29, pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri de Contagem (MG). Com os dados telefônicos, a polícia saberá com quais pessoas Eliza manteve contato antes de sumir.

 

A estudante é mãe de um menino de quatro meses que seria filho do goleiro. A paternidade ainda não foi confirmada porque Bruno não chegou a se submeteu a um exame de DNA.

 

No fim da noite de sexta-feira, 25, a mulher de Bruno, Dayane Souza, foi presa em flagrante sob a acusação de subtração de incapaz. O filho de Eliza estaria sob seus cuidados. Ela já foi liberada.

 

Na terça-feira, 29, vestígios de sangue foram encontrados no sítio e em um dos carros do atleta. A polícia aguarda as análises de DNA para saber se o material colhido é igual as amostras genéticas de Eliza. O laudo deve ficar pronto em pelo menos 20 dias.

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