Justiça decide que Jorgina não faz pós-graduação

A fraudadora do Instituto Nacional do Seguro Social, Jorgina de Freitas, teve negado o pedido para fazer o curso de pós-graduação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.A decisão foi do desembargador Wilson Santiago. Em seu despacho, ele alegou que a lei permite a saída temporária de presos para que eles possam formar-se profissionalmente.Santiago entendeu que este não é o caso de Jorgina, uma vez que que ela já é formada em Direito.O desembargador confirmou decisão tomada pelo presidente do Tribunal de Justiça, Marcus Faver. Jorgina e seus advogados haviam recorrido.A advogada ainda teve negado pedido para sair da prisão, sob escolta, a fim de tirar fotografias e a segunda via da carteira de identidade.Santiago entendeu que a fraudadora pode pagar um fotógrafo para ir até o batalhão da Polícia Militar, em que ela está presa. A identidade terá de ser providenciada pela Vara de Execuções Penais, como ocorre com os outros condenados.

Agencia Estado,

25 de outubro de 2001 | 20h01

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